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A Deusa - Grande Mãe

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O período neolítico não conhecia Deuses - vigorava o matriarcado com a Deusa-Mãe. O conceito de patriarcado inexistia e a moral, a ciência e a religião ocupavam a mesma esfera.

Com a instituição do patriarcado, o cálice foi derramado através da espada, relegando o elemento feminino. Com o fim da era de Peixes, tipicamente masculina, o reinado feminino retorna em Aquário para resgatar Sofia, o arquétipo da Sabedoria. Assim como o Taoísmo primitivo, todas as religiões ancestrais visualizavam o Universo como uma generosa Mãe. Nada mais natural: não é do ventre delas que saímos? De acordo com o mito universal da Criação, tudo teria saído dela.

A Grande Mãe representa a energia Universal geradora, o Útero de toda criação, é associada aos mistérios da Lua, da intuição, da noite, da escuridão e da receptividade, é o inconsciente, o lado escuro da mente que deve ser desvendado, a lua nos mostra sempre uma face nova à cada sete dias, mas nunca morre, isto representa os mistérios da vida eterna. Na Wicca a Deusa se mostra com três faces: a Virgem, a Mãe e a Velha Sábia, sendo que esta última ficou mais relacionada à Bruxa na imaginação popular.

A Deusa Tríplice mostra os mistérios mais profundos da energia feminina, o poder da menstruação na mulher, e é também a contraparte feminina presente em todos os homens tão reprimida pela cultura patriarcal!